Sorria, você está sendo filmado

 

Com o avanço das tecnologias, todos estamos de alguma forma sendo filmados. Já viram o filme “Inimigo do Estado”, com o Will Smith e Gene Hackman? É um filme já antigo, mas ainda é exibido. A verdade é que hoje, em qualquer lugar que a gente vá, tem a plaquinha: “Sorria, você está sendo filmado”. Já até nos acostumamos com os noticiários ao exibirem flagrantes de lances do dia-a-dia das pessoas, alguns até nada agradáveis de ver. Essa questão dessas filmagens gera até uma discussão na área do direito à privacidade, pois às vezes expõe o que muita gente não quer que seja visto.

Mas a Bíblia já diz, há muito mais tempo que as atuais tecnologias, que estamos sendo vistos. E não tem nada a ver com tecnologias, mas com o poder de Deus de ver e saber de todas as coisas. Talvez quem melhor falou sobre este assunto foi Davi, no belíssimo Salmo 139, quando, por exemplo, diz: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?” (Sl 139.7). Em Provérbios também encontramos esta verdade: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Pv 15.3). E o olhar de Deus é diferente do nosso, pois Ele não vê como o homem vê, como nos revela o primeiro livro de Samuel: “...porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm 16.7b). É extraordinário o que nos revela o livro do profeta Jeremias, ao dizer: “Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações” (Jr 17.10). Que coisa! Diante de tantas revelações a respeito desse poder de Deus, resta-nos dizer como Davi: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?” (Sl 139.7). Porém, tem aqueles que acham que podem fazer as coisas como se Deus não enxergasse tudo, como registra o livro do profeta Isaías: “Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do Senhor, e as suas próprias obras fazem às escuras, e dizem: ‘Quem nos vê? Quem nos conhece?’” (Is 29.15). É isso aí, tem gente que pensa e age assim, até hoje.

Tudo está sendo visto e um dia será revelado, conforme Paulo comunica à Igreja de Corinto, ao dizer: “Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus” (1Co 4.5). Jesus também deixou esta verdade bem clara, quando disse: “...pois nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido” (Mt 10.26). Ou seja, irmãos, não dá para fazer como Adão, que achou que podia se esconder de Deus (Gn 3.10). Definitivamente, não dá.

Mas esse poder de Deus é o mesmo poder que O faz nos encontrar nos momentos mais graves da vida. Ele conhece nossa dor, como conheceu a dor de Agar, no deserto. Ele foi até ela e a visitou em sua aflição. Ela então declarou: 

“Tu és o Deus que vê... Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê?” (Gn 16.13). Deus viu Agar e também viu Paulo na prisão, quando todos o haviam abandonado. Paulo então declara: “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças...” (2Tm 4.17). Muitos salmistas registraram a mesma experiência de Davi, no Salmo 18, ao declarar: “Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (Sl 18.6). Mais próximo de nós, soube também dizer dessa presença eterna de Deus em nós o Rev. Porto Filho, ao escrever no Hino 381 dos nossos Salmos e Hinos: “Quando, perdido, vagueava aflito e em densas trevas meu andar seguia, Tu me buscaste, lá dos céus mandando Luz que me guia!”

Que bom que Deus sempre nos vê. Ele vê os maus e os bons, os que se escondem e os que anseiam por Sua presença.

Pr. Hilário José

O martírio de Policarpo

No ano 155 d.C. os cristãos não eram procurados, mas, se alguém os delatava e eles se negavam então a servir aos deuses, era necessário castiga-los. Policarpo era bispo de Esmirna quando um grupo de cristãos foi acusado e condenado pelos tribunais. Segundo o relato de alguém que diz ter sido testemunha dos acontecimentos, aplicaram-lhes os mais dolorosos castigos e nenhum deles se queixou de sua sorte, pois “descansando na graça de Cristo tinham em pouca conta as dores do mundo”.

Quando levaram Policarpo diante do procônsul, este tratou de persuadi-lo, dizendo que pensasse em sua avançada idade e que adorasse o imperador. Ele não o fez [...] De novo o juiz insistiu, dizendo-lhe que, se jurasse pelo imperador e maldissesse a Cristo, ficaria livre. Mas Policarpo respondeu: “Eu O sirvo há oitenta e seis anos, e Ele não me fez nenhum mal. Como eu blasfemaria ao meu Rei, que me salvou?” [...]

Diante da firmeza do ancião, o juiz ordenou que Policarpo fosse queimado vivo e toda a população saiu para apanhar ramos para preparar a fogueira. Atado já em meio à fogueira e quando estavam a ponto de acender o fogo, Policarpo elevou os olhos ao céu e orou em voz alta: “Senhor Deus Soberano [...] dou-Te graças, porque me consideraste digno deste momento, para que, junto a Teus mártires, eu possa ser parte no cálice de Cristo. [...] Por isso Te bendigo e Te glorifico. [...] Amém”. (Extraído da História Ilustrada do Cristianismo – Justo Gonzales – Vol. 1 – Vida Nova).

Lendo sobre os dois primeiros séculos da Igreja Cristã, há relatos de outros cristãos que não aceitaram o martírio, que se acovardaram e negaram a fé. Muitos, diante dos tribunais e das feras, retrocediam na fé, tal o horror a que eram submetidos. Porém, sempre que leio a respeito dos que resistiram a tais rigores, fico pensativo. Sempre me pergunto por qual motivo vivemos num tempo e lugar onde não chegamos nem perto de tais rigores. Estamos sendo poupados? Nossa fé está sendo menos provada? Se for este o caso, por quê? Também fico pensativo por outra questão. Se não vivemos tantos rigores, por que nos ressentimos tanto de dificuldades notadamente menores? Por que, por tão pouco, deixamos de ser crentes comprometidos, fieis? Será que estamos sabendo enxergar nossos tempos? Será que estamos aproveitando todas as oportunidades? Ou sutilmente somos levados a negar a fé sem que esta verdade pareça tão evidente?

Homens como Policarpo enfrentaram a morte para dar exemplo do valor de uma fé. Pedro diz que a fé deve ter para nós um valor acima do ouro depurado por fogo (1Pe 1.7). Mas será que a fé  que  dizemos  ter  tem  de  fato  tanto  valor  para  nós? Pois  muitos  não  estão dispostos a qualquer sacrifício pela fé, pela Igreja, por Cristo. Negam-No friamente e diariamente quando se negam a viver a vida cristã autêntica. Na verdade, desculpem-me a franqueza, estamos vivendo tempos de crentes muito mimados, que na primeira contrariedade da vida negam o que dizem ser.

Tenho pedido a Deus que prove a minha fé, pois quero dizer para Ele que de fato O amo e estou disposto a tudo por Ele. Nem quero fugir dos rigores que a fé exige, pois, pior do que os rigores da vida cristã é ser desqualificado como cristão e não poder estar dignamente diante do meu Salvador, a cada dia.

Aqueles homens não eram piores que nós, antes, foram muito superiores à maioria de todos nós juntos, pois exibiram uma fé tão verdadeira que mesmo o preço de suas vidas não podia compra-la. Era uma fé verdadeira e eles a ofereceram a Deus, como verdadeiros cristãos que eram.

Que Deus nos dê mais policarpos.

Pr. Hilário José

Tarde demais

 

Não sei se você sabe, mas um dia vão procurar as igrejas, porém, será tarde demais; procurarão a Bíblia, mas será tarde; procurarão as reuniões de oração, mas será tarde; procurarão os irmãos, mas será tarde. Estes, sim, serão dias de angústia, dias de sofrimento sem esperança para amenizar, dias em que muita gente vai procurar mas não irá encontrar o que um dia havia em abundância, porém foi desprezado. Serão dias de dor jamais vividos; dias em que nada mais terá conserto; dias de arrependimento vão e tardio.

Esses dias estão previstos, não há como eles não ocorrerem, a cada dia se aproximam. No entanto, vive-se hoje como se eles estivessem se distanciando, quando a verdade é que eles estão logo ali. Se João, que viu esses dias difíceis, nos visse hoje, o que diria? Pois há muitos que caminham para dias tão terríveis como se fossem uma lenda, uma ideia distante. Vão ao encontro de tais dias a passos largos, sem qualquer preparo, como se, no final, algo pudesse impedir que dias assim nunca cheguem. Entretanto, não é bem assim, pois desde que foram previstos, tais dias vêm com força cada vez maior. É logo ali.

Uma criança que nasce já caminha para encontrar dias assim; um adulto, o que dizer? A meia idade anuncia mais forte que há uma luta logo na frente; os idosos talvez já entendam melhor a eloquência daqueles dias, pois lhes ficam mais claros, mais íntimos.

Dias de tamanha calamidade servem àqueles que não creem; são para os que desprezam as oportunidades, para os que não se cuidam e aos que adiam o arrependimento. A Bíblia já anuncia dias de calamidade há muito, assim como já prevê os que hão de viver esses dias de interminável tormento. Jesus disse sobre esses dias tomando como exemplo os que rejeitaram o convite para o Seu banquete (Mt 22.1-14), ou por meio das noivas que se esqueceram do azeite das lamparinas (Mt 25.1-13), assim como o servo que enterrou seu talento (Mt 25.14-30), ou apontando para a figueira que não deu o fruto esperado no tempo devido (Mt 21.18,19), ou lamentando pelo jovem rico que não aceitou Seu convite (Mt 19.16-22), ou clamando sobre as cidades impenitentes que não aproveitaram Suas palavras (Mt 11.20-24), ou contando sobre aquele homem que passava a vida destruindo e construindo celeiros para o acúmulo de mais riquezas (Lc 12.13-21), e tantos outros exemplos de comportamentos que ainda hoje identificam aqueles que insistem em não crer que dias difíceis virão. É preciso reagir, pois eis aqueles dias, logo ali.

Uma visita aos cemitérios, aos obituários de jornais, aos álbuns de fotografia e aos cartórios de registro dizem a verdade que, de uma forma ou de outra, uma verdade insofismável é cada dia mais real: dias de angústia se aproximam, até que, por fim, chegam. Para alguns, até já chegaram.

Ninguém em toda a história humana escapou de ver seus dias se aproximando de um momento derradeiro e solitário, que anunciará quais dias futuros escolhemos e amamos vive-los, se os dias de angústias eternas, ou de glória e descanso eternos na sublime presença do Criador.

Cada um caminha um caminho que pensa controlar, enquanto uma voz vai dizendo para quem crê e quem não crê:

“Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração... Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (Hb 3.7,8; 2Co 6.2).

 

Pr. Hilário José

 

 

Dá-me 2016, Senhor! 

 

A população de muitos países está envelhecendo. Já sabíamos disto por conta de indicadores de alguns países europeus. Porém, a China, também preocupada com o envelhecimento da população, recentemente autorizou aos casais terem dois filhos, algo que não era permitido. Até no Brasil já há estudos de que a população vai envelhecer mais, já que a expectativa de vida média do brasileiro está aumentando. Novos tempos.

Mas eu me pergunto o que os jovens/adultos estão fazendo. Particularmente, considero que alguém que tenha setenta anos ainda pode produzir muito, embora já tenha de pensar em descansar um pouco. Porém, abaixo dos setenta, com boa saúde, acho que ainda se pode produzir muito. É só pedir a Deus. Entretanto, não é isso o que se vê. Tem muita gente ainda capaz, mas sem perspectiva de vida, ou seja, não tem metas, planos para o futuro, a não ser deixar a vida passar. Para mim essa condição se agrava quando se trata da vida cristã. Os cristãos têm uma missão bem definida, mas nem sempre a assumem. As igrejas estão cheias de pessoas que não fazem, absolutamente, nada para o Reino de Deus, propósito para o qual suas vidas foram salvas. Vidas sem frutos, figueiras que não dão figos... Tem muita gente assim, dominada pela mornidão espiritual, que é uma verdadeira prisão espiritual, a qual incapacita a pessoa a ser útil para Deus, tornando-a inapta para o Seu Reino. Pensando em tudo isso é que impressionam as palavras do idoso Calebe, aos oitenta e cinco anos, quando disse: “...dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia, pois, naquele dia, ouvistes que lá estavam os enaquins e grandes e fortes cidades; o Senhor, porventura, será comigo, para os desapossar, como prometeu” (Josué 14.12).

Para refrescar a memória precisamos relembrar o que estava acontecendo quando Calebe fez esse pronunciamento. Calebe foi um daqueles doze espias enviados por Moisés para espiar a terra prometida, mas apenas ele e Josué creram que Deus poderia lhes dar a terra por conquista. Os outros dez espias foram incrédulos, provocando a ira de Deus, que os fez vagar pelo deserto até que toda aquela geração incrédula morresse. Isso levou cerca de quarenta e cinco anos e somente Josué e Calebe foram preservados com vida. Portanto, quando Deus permite que eles se deparem novamente com a terra prometida, Calebe já tem oitenta e cinco anos (Josué 14.6-15).

Impressionam as palavras de Calebe. Ele não se utilizou da idade avançada para ter uma boa desculpa para se acomodar. Ele queria lutar. Ele não desistiu da promessa que Moisés lhe havia feito, de que a terra que pisara seria dele. Creio ter sido ele alguém que sonhava em reviver aquela oportunidade e não aceitaria ver seu sonho frustrado. Ele confiava em Deus, e sabia bem porque Deus o havia conservado em vida e forte. O testemunho de Calebe foi o de alguém que perseverou em seguir o Senhor. O final da história foi que Josué o abençoou e lhe deu Hebron por herança.

O que estamos querendo com a carreira cristã? Quem tem alvos? Quem tem metas e persevera até cumpri-las? Quem crê que as promessas do Senhor sempre se cumprem? Qualquer disposição diferente do exemplo de Calebe não dignifica a Igreja de Cristo. E muita gente não quer nada, não espera nada e até foge do que lhe caberia por competência.

Ah, Deus! Dá-nos mais calebes, homens e mulheres que perseverem em seguir o Senhor, que não se esqueceram de Tuas promessas e ainda amam a Tua herança. Dá-nos 2016 para Ti, Senhor! Usai-nos! Eis-nos aqui! Cremos que tudo o que foi prometido pelo Senhor é nosso e que neste ano conquistaremos a Tua herança.

 

Pr. Hilário José

 

A quem receber

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus;

não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).

                                                                                                                                     

A fé é o ato de receber, de apropriar-se da graça que Deus oferece para a salvação. Receber quem? Receber a Jesus, que passa a ser visto nas vidas daqueles que declararam um dia essa fé. Quem de fato recebeu a Jesus como seu salvador evidencia em sua vida o próprio Jesus. Como Paulo disse: “...somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3.18b).

João declarou que ser filho de Deus é um poder que se realiza em quem recebe Jesus: “...a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome...” (Jo 1.12).

Se a fé é receber a Cristo, quem de fato O recebe manifesta Sua glória e detém o poder do evangelho em sua vida. Mas é preciso receber, não apenas crer, pois até os demônios creem e tremem (Tg 2.19). Muitos dizem crer, mas de fato não se apropriam de Cristo, de Sua vida, de Sua obra. Paulo abriu mão de tudo quando compreendeu o evangelho. Ele declarou aos romanos não ter vergonha do evangelho, porque era o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, e que a justiça de Deus (a justificação que salva) se revela no evangelho de fé em fé, ou seja, a cada dia em que nos apropriamos de Cristo, vivendo-O, pois o justo viverá por essa fé (Rm 1.16,17). Por isso, também, Paulo foi capaz de abrir mão de tudo em sua vida para “ganhar a Cristo e ser achado nEle... para o conhecer... conformando-se com Ele na sua morte...” (Fl 3.8-10).

Receber a Cristo, eis a questão de vida. Quem de fato recebeu a Cristo? Cada um olhe para sua vida e veja. O Natal é a boa nova de salvação; assim disse o anjo: “é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Essa história ecoa pelos séculos, anunciando que há salvação em Cristo. Quem conheceu Jesus, com João Batista, apontou para Ele como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29).

Mas alguém dirá: “Eu não rejeito a Cristo! Eu creio nEle”. Porém, é preciso depositar fé nEle e depositar fé nEle é recebê-Lo, é tê-Lo como evidência na vida, é reconhecê-Lo como Senhor, é saber que Ele é cheio de glória, é vê-Lo como verdadeiramente Ele é, não como queremos ver.

Quando Jesus se levantou do trono no céu, quem O contemplou, como João, declarou: “Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz:

Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor... Àquele que está sentado no trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos... Amém! (Ap 5.9-14).

Jesus nasceu num ambiente humilde e hostil. Morreu como criminoso e sequer possuía um túmulo para depositarem Seu corpo. Porém, Ele nunca deixou de ser Aquele a quem muitos declaram por séculos: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.18). Ele é Aquele que um dia virá buscar aqueles que O receberam e estabelecer justiça eterna no mundo. João também viu esse momento e declarou: “Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro... Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.13-16).

Este é Jesus, receba-O assim, pois Ele é o Senhor.

Que nossas vidas dignifiquem Quem de fato Ele é.

Pr. Hilário José